sobre (in)constância

Eu tenho esse hábito. Ou vício. Ou sei lá que nome posso dar que acredito ser comum a muitas outras pessoas.

A de começar algo na maior empolgação e depois ir ficando com preguiça, esquecendo, até abandonar novamente algo que eu até gostava mas não tive a força de vontade de continuar. Já fiz isso com um curso da faculdade, a academia que frequentei, idiomas que inventei de aprender e até esse blog.

Nos poucos posts que publiquei aqui até agora já deixei mais do que claro que numa tentativa de não surtar com o mundo e onde estamos na nossa história enquanto humanidade, resolvi cuidar de mim, do meu desenvolvimento pessoal e rever essas pequenas falhas de caráter que parecem inofensivas mas podem ser muito prejudiciais.

Essa minha mania de não seguir com as coisas mesmo que elas me façam bem foi algo que nunca entendi muito bem e talvez por isso nunca tenha conseguido, de fato, combater. Muitas vezes acho que não tenho nada pra falar, mas eventualmente acabo voltando para o caderno que uso de “diário” (que não é nada diário) e sinto saudade de compartilhar coisas aqui. Mesmo que ninguém leia, eu acho meio terapêutico expor minhas palavras na terra de ninguém que é a internet vai que alguém tropeça aqui e se identifica?

Outro dia pensando nesse cantinho me vi usando as palavras “tenho que” postar aqui, “tenho que” pensar em outros posts. Mas eu tenho mesmo? Não estou recebendo nada por isso. E acho que no final das contas é essa sensação de obrigatoriedade que surge dentro de nós mesmos que nos dá essa preguiça. Em vários posts de organização que li ultimamente as pessoas comentam que nossas motivações, se não forem fortes o suficiente, minguam, e junto com elas nosso esforço em fazer algumas coisas. Que nosso cérebro tende a ficar sempre no que já é conhecido então se a gente não facilitar essas coisas ao máximo isso sempre vai acontecer.

Não sei porque mas acho até que consolador o fato que essa tendência a se autossabotar pode ser explicada pela ciência. Mas também fico pensando no esforço que é reeducar nosso cérebro e por isso é mais fácil desistir. Então nos últimos dias venho pensando na minha motivação para fazer as coisas e como posso me lembrar delas constantemente. Defini também que não vou ficar me cobrando para postar aqui porque foi isso que me afastou da escrita uma vez. Se eu tiver um post por dia numa semana e mais nada pelo próximo mês, paciência. Isso aqui é um hobby que não planejo monetizar então tudo bem.

Inconstância não é necessariamente uma coisa ruim se seu objetivo é só extravasar alguns pensamentos de dentro da cachola.

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destralhando meu próprio caminho

Uma das minhas maiores dificuldades da vida é manter o foco. Me concentrar em uma coisa só por vez é extremamente difícil e é por isso que eu tenho a tendência de começar 500 coisas e não terminar nenhuma. Seja porque eu fico com preguiça de continuar, desmotivada ou simplesmente esqueço porque minha mente já foi se fixar brevemente em outro ponto, a verdade é que fazendo uma análise honesta foram poucas coisas na minha vida que comecei e completei.

Mas como já comentei aqui, estou na jornada de me tornar uma pessoa organizada real e definitivamente e ando seguindo muito as dicas da Thais Godinho do Vida Organizada para me ajudar a trilhar esse caminho tão desconhecido e por vezes intimidador. A Thais fala que o processo de organização tem 5 etapas: Destralhar, Organizar, Arrumar, Manter e Curtir. No blog dela ela detalha o que consiste cada etapa, mas reforça que cada um tem um estilo de vida e é de um jeito. E isso foi algo que bateu em mim e grudou de tal forma que me ajudou a – ainda que inconscientemente – começar o meu processo com esse guia, mas ainda assim do meu jeito. 

Como eu ainda moro com meus pais, o espaço que tenho para chamar 100% de meu consiste no meu quarto e no meu banheiro. E como venho trabalhando em aprimorar o meu quarto desde o ano passado, estava com certa dificuldade em achar o que mais destralhar visto que com todo o processo de mudar os móveis e pintar eu já vinha catando coisas aqui e ali que já não fazia sentido manter.

Até que num domingo passado eu resolvi lavar o meu banheiro e entendi que não dá pra arrumar tralha. Conforme eu ia tirando os itens para liberar o espaço para poder lavar eu notei a quantidade de coisas que eu matinha naquele espaço e que eu não precisava mais. E olha que meu banheiro é pequeno. Mas também percebi que consigo fazer esse discernimento muito melhor quando resolvo limpar – que na minha visão se encaixa na terceira etapa – porque aí eu consigo me livrar daquela coisa de “estava sempre aí então eu preciso”.

Depois de lavar o banheiro e descansar um pouco enquanto esperava o espaço secar para repor meus itens pessoais, fui vendo o que realmente ainda servia para mim e o que estava ali só ocupando espaço. Precisei começar a arrumar o ambiente para que pudesse ver o que realmente era tralha ali, e depois de arrumar/limpar é que consegui destralhar o ambiente e já tirar um peso enorme dos ombros.

E de novo, tudo o que estou contando nessa série de posts é a minha experiência pessoal de uma pessoa que não tem nenhum treinamento/conhecimento/método sobre organização. Esses são relatos da minha jornada individual. E se quiser começar a tomar rumo nessa vida sugiro que faça suas próprias pesquisas e análises pessoais, porque cada um é cada um.

A roda da vida

 

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Photo by Greg Rakozy on Unsplash

Num post anterior eu falei que estava numa jornada para me tornar uma pessoa organizada e melhorar os pontos na minha vida que não me trazem satisfação. Um dos primeiros passos foi olhar honestamente as categorias da minha vida segundo A Roda da Vida que, adivinhem só, ouvi a Thais do Vida Organizada comentar durante a live dela sobre como organizar o mês de agosto. No site da SB Coaching, a informação é que a Roda da Vida é

[…]é uma ferramenta utilizada para realizar avaliações pessoais. O método é baseado em um reflexão sobre as áreas fundamentais da nossa experiência diária, como relacionamentos, qualidade de vida e outros.

Falando em termos visuais, a roda da vida é um gráfico de pizza, onde cada fatia representa uma área da nossa vida pessoal e profissional e cabe a nós analisar e definir nosso nível de satisfação com cada área. As áreas em si podem ter outros nomes, mas como foi minha primeira vez anotei as categorias que vi na live: Saúde, Emocional, Estudo, Contribuição Social, Propósito, Finanças, Família, Amigos, Amor, Lazer, Espiritualidade e Plenitude e tentei aplicá-las para a minha vida.

E foi meio chocante perceber que a minha insatisfação com a minha situação – que achei que fosse tão pequena – estivesse relacionada a mais de uma área da minha vida.  Mas por um lado me ajudou a entender melhor exatamente no que preciso focar e quais áreas que estão em falta de satisfação se relacionam e podem – ou até precisam – crescer juntas. Não vou compartilhar minha roda da vida aqui porque acho um treco meio pessoal demais, mas vou contar as áreas que eu defini estar menos satisfeita.

Contribuição Social, Propósito, Estudos e Finanças. Essas quatro áreas não foram preenchidas nem pela metade, as duas primeiras ficando muito próximo do zero quando li sobre o que ela queriam dizer, mas não foi nenhuma surpresa tendo em vista que elas são relacionadas ao lado profissional e eu acho que nunca estive 100% satisfeita em qualquer emprego que eu tivesse. Mas isso é assunto para outro post, o que eu quero comentar aqui é que, apesar de terem as “notas” mais baixas entre as áreas da minha vida, meu foco para o mês de agosto para melhorar vai ser a parte de finanças. Não quero dizer que propósito e contribuição social não sejam importantes – afinal isso entra na parte de viver em sociedade que comentei -, mas sim porque esses são assuntos mais complexos que vão precisar de todo um processo para serem desenvolvidos. Então eu resolvi focar no meu item de primeira necessidade que tem um impacto direto nas outras áreas de minha vida e que, se estiver organizado, pode me ajudar massivamente no meu processo de desenvolver meu propósito e aumentar minha contribuição social. 

O que eu entendi e tirei da roda da vida é isso. Não é só preencher um gráfico e fazer uma análise quantitativa da sua satisfação em cada área individualmente, você precisa considerar o todo, entender o impacto que uma área tem na outra e definir o que é passível de ser melhorado no “curto” e longo prazo. Por isso meu foco tem sido reorganizar minhas contas e gastos, dar uma segurada no consumismo e manter o foco em ter uma vida que não seja só pagar boletos, e sim usar o dinheiro para atingir objetivos maiores e que vão me trazer mais satisfação do que uma brusinha nova ou um novo produto de skin care. 

Mas e aí? E se você fizer a sua roda da vida, o que achar que vai dar bom? Acho que é uma reflexão válida de se fazer. 

 

ordem e caos

Eu sempre fui uma pessoa desorganizada.

Nunca fui muito disciplinada e muito menos inclinada a manter a ordem, sempre encontrei algum tipo de conforto dentro do meu caos pessoal e nunca senti uma necessidade muito grande de ser uma pessoa organizada. Mas o tempo passa, as pessoas mudam, as responsabilidades aumentam e de repente eu me vejo na beira dos trinta com mentalidade de uma criança de 10 anos para alguns assuntos e isso não é bom.

Depois de várias tentativas falhas, entendi que a questão em si não é mudar a minha essência mas sim buscar evoluir e melhorar os pontos da minha pessoa que não foram definidos. Faz alguns anos que venho tentando me organizar e nunca consigo manter a vida na linha por muito tempo e tem uma hora que chega né? Você resolve fazer algo e resolve que vai dar certo nem que seja a última coisa que você faça nessa vida e, bom, não quero que seja a última coisa que eu faça nessa vida.

Por isso comecei a ler materiais sobre isso com seriedade e aberta a ouvir e aplicar as dicas e instruções, comecei fuçando vários os posts do Vida Organizada que acho que podem ser bons pra mim e sentei para definir um caminho que seja condizente com a minha vida e que ajude a melhorar os meus caminhos. Tem coisas que é melhor a gente deixar só na nossa cabeça, mas firmar compromissos para ~o mundo~ é uma coisa que eu descobri que me ajuda a seguir isso com mais afinco.

Faz muito sentido? Provavelmente não. Mas é uma jornada que quero compartilhar aqui despretensiosamente.

Tomei essa decisão nos últimos dias de Julho e pela primeira vez não saí correndo com um pseudo-plano que não leva em consideração todas as variáveis da minha vida. Depois de ler alguns materiais e definir o item de primeira prioridade para resolver, sentei e olhei honestamente para a minha vida como ela é, as partes que mais me incomodam, minhas limitações, etc. Olhei desde o micro até o macro para poder entender como eu posso melhorar não só a minha condição sócio-econômica mas também a pessoa Alessandra. Confesso que é bem chato você medir seu nível de satisfação com a sua própria vida e perceber tudo o que falta, mas se tudo tem um lado positivo, a parte boa dessa análise honesta é também aproveitar essa honestidade para definir objetivos reais que eu quero atingir e não o que eu acho que deveria querer atingir. 

É um exercício que, se feito constantemente, nos deixa mais perto de quem realmente somos e como podemos melhorar ao não perder essa informação de vista. Claro que não dá pra ignorar completamente a nossa sociedade porque ela também tem um papel no indivíduo, mas ter essa noção de si te deixa mais seguro também para bancar ser quem se é apesar do que a sociedade diz. 

Eu não quero aqui me passar por especialista em nada. Esse post – e quantos mais outros vierem – é pura e simplesmente para compartilhar as impressões que eu tenho durante essa jornada de auto conhecimento e melhoramento. E convido a vir comigo quem quiser. 

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Photo by Maria Bitencourt on Unsplash (neon) / Photo by Simon Migaj from Pexels (estrada)

 

tempos mais simples

Acho válido lembrar que eu sou uma pessoa inquieta.

Desconfio que tenha algum grau de déficit de atenção que me torna impossível de prestar atenção numa coisa por mais que 5 minutos, que me dá siricuticos de ficar andando em círculos dentro do meu próprio quarto quando sinto que estou sentada há tempo demais. 

Junte essa inquietação natural a uma sensibilidade com energias dos lugares e você terá uma pessoa que vive desconfortável 90% do tempo. Já comentei sobre a benção que é ter um teto todo meu onde eu posso mudar as coisas ao meu bel prazer e bem, é a única coisa que tenho feito durante esses tempos doidos para me distrair e tentar ter alguma paz de espírito… Não funciona muito, mas jogar tetris com os móveis do meu quarto geralmente me ajuda a gastar energia e tentar controlar a sensação de desamparo que sinto quanto realmente paro para pensar na atual conjuntura mundial™.

Voltar a escrever é uma coisa que tem me ajudado a controlar um pouco essa inquietude. Digitar um post sem grandes pretensões de comunicar qualquer coisa além de compartilhar um pouco do caos que vem do meu subconsciente é uma coisa que sempre me ajudou e eu tinha esquecido porque estava extremamente soterrada com outras neuras e tretas. Claro que quando a coisa apertava eu recorria ao velho caderno e caneta para extravasar tudo de – geralmente – ruim que eu guardava no peito e conforme as coisas ruins foram acabando (graças a Deus) voltei a sentir falta de compartilhar essas palavras sem qualquer motivo especial pelo simples fato de que eu estou aqui, e deve ter alguém aí fora da minha própria tela que também pode se sentir assim e que pode se sentir menos sozinha, se sentir um pouco mais tranquila e experimentar aquela sensação engraçada que a gente tinha ao chegar num blog novo e desconhecido e se identificar com as palavras de outras pessoas mas que poderiam muito bem ser nossas.

Veja bem, eu não quero tirar o mérito de pessoas que escrevem posts com conteúdo e propósito. Mas sendo uma pessoa que cresceu tendo um “diário” online aberto para o mundo é natural sentir falta e querer, de alguma forma, recriar esse ambiente despretensioso de escuta e de troca de experiências, sentimentos e descobertas.

Talvez este seja mais um post pedindo a volta dos blogs “raíz”.

writing flowers

Photo by Florian Klauer on Unsplash (Máquina de escrever) – Photo by Christie Kim on Unsplash (flores) – Foto de Pixabay no Pexels (textura de escrita no fundo)

A vida vem em ondas, como um mar.

Uma das poucas coisas sobre mim que não muda é que estou sempre mudando.

Acho que posso atribuir esse traço de personalidade ao meu signo do zodíaco ou qualquer outra arbitrariedade do universo. Mas é uma verdade inegável que eu tenho um siricutico danado de mudar de lugar, de cabelo, de blog. Não consigo nem apontar com alguma exatidão quando comecei a escrever, mas faz muito tempo. Desde lá eu parei e voltei, parei e voltei, com a escrita, com os nomes, as plataformas. De vez em quando eu acerto algumas afirmações sobre mim que se provam verdades absolutas não importa quanto tempo passa.

Minhas mudanças de identidade são muitas mas são, também, um pouco previsíveis. E depois de ter redescoberto uma conta que há muito eu nem lembrava que existia eu topei também com outra versão de mim passando por um momento bem parecido. E ironicamente foi a minha eu de 2013 que me deu um nome para este blog que estava até então não identificado, uma vez que a minha “marca” de anos já não me representa mais – pelo menos no presente momento – eu ainda a deixo guardada para minha apreciação particular, mas eu queria uma nova velha faceta para essa época da vida que resolvi compartilhar de novo na internet (não que eu não compartilhe nada né?)

Em 2013 eu ainda usava a plataforma Blogger para escrever e, cansada de me sentir tão Desconexa, adotei um novo nome para meu espaço cibernético. Fora do Lugar foi um nome simples, que ilustrava bem a minha personalidade de nunca ficar parada muito tempo no mesmo lugar. Na época até me permiti uma brincadeirinha com o link que hoje trago de volta no título do blog, a url com meu nome permanece a mesma porque essa é uma coisa que não muda não importando se eu gosto ou não (e eu já passei muitos anos detestando o meu nome).

Como já cantava Lulu Santos:

“Não adianta fugir
Nem mentir pra si mesmo agora
Há tanta vida lá fora
Aqui dentro, sempre”

giphy

27 coisas sobre mim

Esse post originalmente ia ser feito para o meu aniversário de 24 anos, lá em 2017, achei o draft e resolvi ler a lista para ver o que mudou e o que continuava verdade… Lendo eu lembrei do lugar em que estava  em 2017, não literalmente mas emocionalmente, lembrei das motivações que me fizeram escrever alguns itens e dei risada porque, como sempre, eu já não reconhecia mais a Alessandra que escreveu aquilo. Os dois parágrafos abaixo também foram escritos pela Alê de 24 anos.

A verdade é que todo mundo tem uma – ou várias – coisas esquisitas ou nem tanto assim que sempre fez e simplesmente não consegue, ou quer, mudar. Sou daquelas que acredita que são esses hábitos que formam o que somos e interfere em como nos relacionamos e com quem nos relacionamos.

E listar alguns dos nossos perks é divertido porque além de ser uma reflexão é um jeito de nos conectarmos com outras pessoas, quantas vezes você já não leu algum post e ficou “meu deus, isso sou eu!”? Pois é.

Dito isso, vamos às 16 coisas sobre uma Alê de 24 anos, comentados pela Alê com recém feitos 27 anos e 11 coisas não tão novas assim sobre essa mesma Alê.

  1. Eu odeio palhaços. Talvez seja um trauma adquirido por culpa de IT, mas sempre odiei e tive um certo medo deles. (ainda é verdade)
  2. Todos os ganchos dos cabides do meu guarda roupa tem que estar virados pra dentro e eu fico muito brava quando algo está pendurado com o gancho pra frente. (ainda é verdade)
  3. Às vezes eu faço todo uma linha de raciocínio em inglês e depois fico me matando pra explicar em português. #firstworldproblems. (ainda é mais ou menos verdade)
  4. Faz uns dez muitos anos que ouço sempre as mesmas músicas das mesmas bandas, a única banda mais nova que me conquistou foi Imagine Dragons lá em 2014 (acho)Mas ultimamente tenho procurado e achado muita coisa legal pra ouvir.
  5. Eu, absolutamente, não sei flertar. Mas isso não parece ser problema quando a situação é propícia. (ainda é verdade)
  6. Recentemente descobri que quando a balada é de música indie ou pop anos 90/00 eu não tenho problemas de ficar 6 horas num ambiente com música alta demais e poucos lugares pra sentar. Aprendi a aceitar que prefiro rolês tranquilos, num bar/restaurante ou em casa e que só encaro uma balada numa vibe muito específica.
  7. Odeio muito quando estou falando alguma coisa e uma pessoa começa a falar em cima de mim. (ainda é verdade)
  8. Sou mais desapegada emocionalmente do que imaginava. (só vira verdade depois de alguma decepção)
  9. Eu realmente não gosto de filmes românticos melosos e isso não tem nada a ver com a minha vibe. (mentira, amo suspirar por amores impossíveis até hoje)
  10. Sempre sou atraída por coisas que estão além do meu poder de compra (e isso é uma merda)(ainda é verdade)
  11. Sou teimosa pra caralho. Tipo muito mesmo.(ainda é verdade)
  12. Não consigo ouvir música enquanto leio, meu cérebro começa a prestar atenção nas duas coisas e acaba não prestando atenção em nada.(ainda é verdade)
  13. Por outro lado adoro ouvir música enquanto trabalho com imagens o que é problemático quando quero editar vídeos e ouvir música ao mesmo tempo. (ainda é verdade, mas eu não gravo/edito mais vídeos)
  14. Meu orgulho muitas vezes me impede de admitir que estou/fiz algo errado e não me orgulho disso. (irônico, né?) (ainda é verdade, mas estou aprendendo a mudar)
  15. Amo séries policiais. Minhas preferidas são Bones e Criminal Minds e eu sonho com um crossover entre os dois departamentos do FBI que mais amo. (sonhava né? Porque Bones já acabou)(ainda é verdade, Brooklyn 99 no momento detém um grande espaço no meu coração)
  16. Eu não sei andar de salto, o que é triste porque sempre acabo me apaixonando por um sapato com o qual não sei andar. (ainda é verdade).
  17. Sempre tive medo de me posicionar em assuntos polêmicos, mas estou aprendendo sobre o que acontece e de qual lado quero estar.
  18. Ainda não tenho a mínima idéia de qual caminho profissional seguir e já perdi muitas noites de sono por causa disso.
  19. Perdi o hábito de ler e escrever mas são coisas que ainda estão muito perto do meu coração e não pretendo abrir mão delas (por isso esse blog).
  20. Completei o sonho de ter um quarto só meu, cem por cento meu, e isso me deixa extremamente feliz e agradecida.
  21. Tenho o péssimo hábito de começar mil projetos e não manter nenhum.
  22. Eu conto os meus amigos nos dedos de uma mão só, mas tenho um carinho grande e admiração por muita gente.
  23. Eu sou uma pessoa introvertida e tudo bem.
  24. Minha cor preferida é azul e minha estampa preferida são listras.
  25. Eu comecei a fazer Yoga em 2020 durante a quarentena.
  26. Eu gosto de tomar café com açúcar (e leite e canela de vez em quando)
  27. Eu nunca vou ser a mesma pessoa sempre.